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Surgical Outcome of Fronto-Orbital Advancement Using Less Rigid Fixation on the Anterior Cranial Fossa in Patients with Craniosynostosis

Rebecca Xin Yi Choy; Wan Azman Wan Sulaiman; Che Zubaidah Bt Che Daud; Hamidah Mohd Zainal; Johari Yap Abdullah
Rev. Bras. Cir. Plást. 2026; 41: (1): s00461820099

Abstract
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ABSTRACT

Introduction Craniosynostosis, characterized by the premature fusion of cranial sutures, can lead to increased intracranial pressure, craniofacial abnormalities, and neurodevelopmental concerns. Fronto-orbital advancement (FOA) is a surgical intervention aimed at increasing anterior cranial volume (ACV) and improving frontal cranial symmetry.
Objective To evaluate the outcome on the anterior cranial fossa of patients who underwent less rigid fixation using nonabsorbable nylon 2/0 sutures.
Methods Nonabsorbable nylon 2/0 sutures as fixation method were used in 19 patients with craniosynostosis involving either the coronal or metopic sutures. Their pre- and postoperative volumetric analyses were conducted using three-dimensional (3D) computed tomography (CT) imaging to evaluate the ACV, anterior cranial vault asymmetry index (ACVAI), and change in the head shape using cephalic index (CI) as primary outcome measures.
Results The results demonstrated a significant increase in mean ACV, from 259.15 (SD: 162.61) to 314.38 (SD: 79.78) cm3 postoperatively (p=0.042). Also, there was a notable improvement in symmetry (p=0.05), indicated by a mean ACVAI change from 1.14 (SD: 4.78) to -1.63 (SD: 4.98). However, CI analysis revealed no significant postoperative changes in head shape classification.
Conclusion These findings suggest that FOA with nonabsorbable nylon suture is an effective and cost-efficient method in increasing ACV and improving symmetry while maintaining structural stability, making it a viable option for patients with limited financial resources. However, the lack of significant changes in head shape classification highlights the need for further refinement in surgical techniques. Long-term follow-up and larger cohorts are recommended to assess the persistence of these outcomes and optimize treatment strategies.

Keywords: anterior cranial fossa; craniosynostosis/ surgery; fronto-orbital advancement; nonabsorbable sutures

 

RESUMO

Introdução A craniossinostose, caracterizada pela fusão prematura das suturas cranianas, pode causar aumento da pressão intracraniana, anomalias craniofaciais e problemas de desenvolvimento neurológico. O avanço fronto-orbital (AFO) é uma intervenção cirúrgica que visa aumentar o volume craniano anterior (VCA) e melhorar a simetria craniana frontal.
Objetivo Avaliar o resultado do AFO na fossa craniana anterior de pacientes submetidos a uma fixação menos rígida com suturas não absorvíveis de nylon 2/0.
Métodos O método de fixação com suturas não absorvíveis de nylon 2/0 foi utilizado em 19 pacientes com craniossinostose e acometimento das suturas coronais ou metópicas. As análises volumétricas pré- e pós-operatórias foram realizadas por meio de tomografia computadorizada (TC) tridimensional (3D) para avaliação do VCA, do índice de assimetria da abóbada craniana anterior (IAACA) e da alteração no formato da cabeça por meio do índice cefálico (IC) como desfechos primários.
Resultados Os resultados demonstraram um aumento significativo no VCA médio de 259,15 (desvio-padrão [DP]: 162,61) para 314,38 (DP: 79,78) cm3 no pós-operatório (p=0,042). Houve uma melhora na simetria (p=0,05), indicada pela alteração do IAACA médio de 1,14 (DP: 4,78) para -1,63 (DP: 4,98). No entanto, a análise de IC não revelou modificações pós-operatórias significativas na classificação do formato da cabeça.
Conclusão Esses achados sugerem que o AFO com sutura não absorvível de nylon é um método eficaz e econômico para aumento do VCA e melhora da simetria, com manutenção da estabilidade estrutural. Assim, o AFOé uma opção viável para pacientes com recursos financeiros limitados. No entanto, a ausência de alterações significativas na classificação do formato da cabeça destaca a necessidade de maior refinamento das técnicas cirúrgicas. Recomenda-se acompanhamento em longo prazo e coortes maiores para avaliação da persistência desses desfechos e otimização das estratégias de tratamento.

Palavras-chave: avanço fronto-orbital; craniossinostose/ cirurgia; fossa craniana anterior; suturas não absorvíveis

 

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