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Abstract
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ABSTRACT
Introduction The advancement in technologies applied to facial rejuvenation provides increasingly promising aesthetic outcomes. Although the therapeutic arsenal is growing,we need amore comprehensive study of quantitative and qualitative variables on the long-term outcomes of rhytidectomy associated or not with supplementary procedures. The present study retrospectively assessed rhytidectomy surgeries performed in a reference center.
Materials and Methods We evaluated the photographic record of patients operated on from 2021 to 2022 using Crisalix (Crisalix S.A.), Facetool, and FaceTag (Minical, Inc.) software to obtain quantitative values of symmetrization, proportion, and volumization. To assess qualitative variables, we applied the Facial Assessment and Cosmetic Enhancement Quality of Life Questionnaire (FACE-Q) to patients and an expert professional. We compared the qualitative variables from the questionnaires (translated into Rasch tables) with quantitative variables provided by the software to confirm their level of correlation.
Results We found that although different tools evaluated the same parameters (the symmetry and volume of key anatomical points in facial rejuvenation), the weight of these parameters is smaller than the final absolute value of each processing. Linear regression revealed no statistically significant correlation between values. During the study, different variables were identified that hinder the interface with technologies and questionnaires.
Conclusion We concluded that determining a single postoperative evaluation parameter correlated with an expert assessment was not feasible in our sample.
Keywords: cohort studies; facial asymmetry; rhytidoplasty; software; surgery; plastic
RESUMO
Introdução O avanço das tecnologias aplicadas ao rejuvenescimento facial proporciona resultados estéticos cada vez mais promissores. Embora estejamos vivenciando um crescente aumento no arsenal terapêutico, os resultados no longo prazo de ritidoplastias associadas ou não a procedimentos complementares carecem de um estudo mais abrangente focado em variáveis tanto quantitativas quanto qualitativas. O estudo propõe avaliar retrospectivamente as cirurgias de ritidoplastia realizadas em centro de referência.
Materiais e Métodos Avaliamos o registro fotográfico de pacientes operadas entre 2021 e 2022 com os softwares Crisalix (Crisalix S.A.), Facetool e FaceTag (Minical, Inc.) para obter valores quantitativos de simetrização, proporções e volumização e avaliamos qualitativamente com questionários referentes ao Facial Assessment and Cosmetic Enhancement Quality of Life Questionnaire (FACE-Q) aplicados aos pacientes e um especialista na área. Comparamos as variáveis qualitativas dos questionários traduzidas pelas tabelas Rasch com as variáveis quantitativas obtidas com os softwares para confirmar o nível de correlação entre as mesmas.
Resultados Encontramos que embora os mesmos parâmetros sejam avaliados pelas diferentes ferramentas (simetria e volumização de pontos anatômicos chave no rejuvenescimento facial), o peso desses parâmetros é pequeno quando se obtém o valor absoluto final de cada processamento. Tais valores demonstraram não possuir correlação estatística entre eles após serem submetidos a regressão linear. Destacam-se também diferentes variáveis identificadas durante o estudo que prejudicam a interface com as tecnologias e questionários.
Conclusão Conclui-se que determinar um parâmetro único de avaliação do pós-operatório que seja correlato com a avaliação de um especialista não foi possível na amostra estudada.
Palavras-chave: assimetria facial; cirurgia plástica; estudos de coortes; ritidoplastia; software
Abstract
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ABSTRACT
Eyelid reconstruction is essential for restoring function and esthetics to the periorbital region following tumor resections. The Hughes tarsoconjunctival flap is widely used for the correction of extensive lower eyelid defects, due to its good tissue integration and satisfactory outcomes. The present retrospective observational study describes 5 cases operated on at the Instituto Nacional de Câncer, Brazil, between January 2023 and May 2025.We included patients who underwent eyelid reconstruction with the Hughes flap following resection of malignant tumors, with analysis of clinical and technical data, as well as functional and aesthetic outcomes. The mean age was 71.8 years, with basal cell carcinoma being themost frequent diagnosis. All defects involved more than 50% of the lower eyelid, and the average time to flap division was 4.6 weeks. Most cases had good aesthetic and functional outcomes. One patient developed ectropion as a postoperative complication and is awaiting surgical correction. No patient presented with lesion recurrence after tumor excision. The reported experience confirms the applicability and safety of the Hughes flap as an effective option for lower eyelid reconstruction in oncologic settings. The findings are consistent with the literature and reinforce the importance of individualized planning, attention to potential complications, and careful postoperative follow-up.
Keywords: allografts; basal cell carcinoma; eyelid neoplasms; plastic surgery procedures; surgical flaps
RESUMO
A reconstrução palpebral é fundamental para restaurar a função e a estética da região periorbital após ressecções tumorais. O retalho tarsoconjuntival de Hughes é amplamente utilizado na correção de defeitos extensos da pálpebra inferior, por oferecer boa integração tecidual e resultados satisfatórios. Este estudo retrospectivo observacional descreve 5 casos operados no Instituto Nacional de Câncer, entre janeiro de 2023 e maio de 2025. Foram incluídos pacientes submetidos à reconstrução palpebral com retalho de Hughes após ressecção de tumores malignos, com análise de dados clínicos e técnicos, assim como de desfechos funcionais e estéticos. A média de idade foi de 71,8 anos, sendo o diagnóstico mais frequente de carcinoma basocelular. Todos os defeitos acometiam mais de 50% da pálpebra inferior e o tempo médio para a divisão do retalho foi de 4,6 semanas. Os resultados demonstraram boa evolução estética e funcional na maioria dos casos. Um paciente apresentou ectrópio como complicação pós-operatória e aguarda correção cirúrgica. Nenhum paciente apresentou recidiva da lesão após exérese do tumor. A experiência relatada confirma a aplicabilidade e segurança do retalho de Hughes como opção eficaz na reconstrução palpebral inferior em contexto oncológico. Os achados são consistentes com a literatura e reforçam a importância do planejamento individualizado, da atenção às possíveis complicações e do acompanhamento pós-operatório criterioso.
Palavras-chave: aloenxertos; carcinoma basocelular; neoplasias palpebrais; procedimentos de cirurgia plástica; retalhos cirúrgicos