ISSN Online: 2177-1235 | ISSN Impresso: 1983-5175

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Busca por : JORGE BINS ELY

Cidade Floresta - Coração da Amazônia

Jorge Bins Ely
Rev. Bras. Cir. Plást. 2019;34(Suppl.3):1 - Editoriais

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Publicações - Rascunhos da história

Jorge Bins Ely
Rev. Bras. Cir. Plást. 2018;33(Suppl.1):1 - Editorial

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Cirurgia à distância e telemedicina

Jorge Bins Ely
Rev. Bras. Cir. Plást. 2019;34(Suppl.1):1 - Editorial

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Experiência de um serviço de residência em cirurgia plástica com uso de laser CO2 fracionado para resurfacing facial

Carlo Mognon Mattiello; Daniel Ongaratto Barazzetti; Estevão José Muller Uliano; Caio Pundek Garcia; Zulmar Antonio Accioli de Vasconcellos; Jorge Bins Ely
Rev. Bras. Cir. Plást. 2018;33(Suppl.1):13-15 - Contorno Corporal

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RESUMO

INTRODUÇÃO: O envelhecimento facial se apresenta por fotodano, telangiectasia e rugas, tendo importante impacto na qualidade de vida dos pacientes. O laser CO2 ablativo é o padrão-ouro para combater o fotoenvelhecimento, porém não é isento de complicações e exige conhecimento e treinamento para atingir resultados ótimos. O objetivo é estudar o perfil de pacientes submetidos a resurfacing facial num serviço de residência médica de cirurgia plástica, bem como avaliar desfechos e complicações. MÉTODOS: Estudo transversal, retrospectivo, baseado na análise de prontuários de uma série de casos que foram submetidos a resurfacing facial utilizando com laser CO2 entre os meses de abril e novembro de 2017. Foram incluídas aquelas com fotoenvelhecimento, sendo excluídas aqueles com melasma facial, erupções cutâneas ou infecções cutâneas ativas, herpes simples, fotossensibilidade ou alguma contraindicação clínica maior. As pacientes foram avaliadas com 2, 7, 15 e 30 dias de pós-operatório com relação à melhora dos parâmetros de fotoenvelhecimento. Os parâmetros do laser (energia, spot size, duração do pulso e densidade) variara, conforme decisão médica dependendo do grau de fotoenvelhecimento e região da face. RESULTADOS: Do total de 36 pacientes, todas eram do sexo feminino, idade média de 52,8 anos e em 25 pacientes foi realizado o resurfacing total, 9 na região periorbital, 3 fronte-glabela, 1 periorbicular. Quanto ao fototipo, a maioria foram classificados como fototipo II e III segundo Fitzpatrick. A maioria dos pacientes (72%) tolerou bem o procedimento avaliado pela Escala Análogo-visual (EAV) e apresentou evolução favorável, com melhora do fotoenvelhecimento avaliada em consulta médica e análise fotográfica pela Wrinckle Assessment Scale (WAS). Não houve complicações sérias na nossa casuística. CONCLUSÃO: O laser CO2 é um método consagrado para rejuvenescimento facial, com grande satisfação por parte das pacientes. A residência médica é um bom momento para que o jovem cirurgião se familiarize com esse procedimento para poder oferecer para pacientes que desejam rejuvenescer de maneira eficaz e segura.

Palavras-chave: Rejuvenescimento; Lasers, Cicatrizes.

 

Plástica cicatricial fechada com tração do tecido retrátil com fios e subcisão profunda das bandas retráteis

Osvaldo João Pereira Filho; Osvaldo Pereira; Jorge Bins-Ely; Kuang Hee Lee
Rev. Bras. Cir. Plást. 2013;28(3 Suppl.1):10 - Geral

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Reconstrução total de couro cabeludo: relato e experiência de dois casos

Estevão José Müller Uliano; Inara do Carmo Lucchese; Diego Fernando Villagra Avila; Mackerley Bleixuvehl de Brito; Zulmar Antonio Accioli de Vasconcellos; Jorge Bins Ely
Rev. Bras. Cir. Plást. 2018;33(Suppl.1):53-55 - Face I

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RESUMO

INTRODUÇÃO: O escalpelamento, ato de remover uma parte do escalpo, pode ser facilmente causado por diversos mecanismos como trauma, queimadura, infecção, ablação cirúrgica de tumores e lesões congênitas. Há diversas opções de reconstruções relatadas na literatura. OBJETIVO: Relatar dois casos de escalpelamentos atendidos e tratados em um Hospital Universitário. MÉTODOS: Os dois casos de escalpelamento foram tratados com enxerto autólogo em diversos tempos cirúrgicos até a total cobertura da área lesionada. RESULTADOS: Obteve-se resultado satisfatório após as cirurgias de enxertia de pele nas áreas lesionadas de ambos os casos tratados. CONCLUSÃO: O enxerto autólogo mostrou-se uma opção viável na reconstrução do couro cabeludo.

Palavras-chave: Reabilitação; Couro cabeludo; Face.

 

Tecido de granulação hipertrófico: série de casos tratados com ácido tricloroacético a 75%

Estevão José Müller Uliano; Diego Fernando Villagra Avila; Inara do Carmo Lucchese; Carlo Mognon Mattiello; Zulmar Antonio Accioli de Vasconcellos; Jorge Bins Ely
Rev. Bras. Cir. Plást. 2018;33(Suppl.1):59-61 - Face I

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RESUMO

INTRODUÇÃO: O tecido de hipergranulação é definido como um excesso de tecido de granulação que ultrapassa a superfície do epitélio normal. Há diversos métodos para o tratamento. Os casos no presente estudo foram tratados com ácido tricloroacético (ATA) na concentração de 75%. OBJETIVO: Relatar uma série de 5 casos utilizando o ácido tricloroacético na concentração de 75% no tratamento do tecido de hipergranulação. MÉTODOS: As feridas com granulação hipertrófica de 5 pacientes foram tratadas com ATA 75%, os pacientes eram seguidos semanalmente no ambulatório de cirurgia plástica e o número de sessões variou conforme a evolução dos casos. RESULTADOS: Foram tratados 5 pacientes que apresentavam tecido de granulação hipertrófico, com total resolução do tecido hipertrófico após o tratamento com ATA 75%. CONCLUSÃO: A aplicação do ATA é um método prático, efetivo e de baixo custo no tratamento de feridas com tecido de hipergranulação.

Palavras-chave: Reabilitação; Face; Ácido tricloroacético.

 

Reconstrução imediata do couro cabeludo com retalho de transposição baseado na artéria temporal superficial pós-ressecção oncológica

Diego Fernando Villagra Avila; Inara do Carmo Lucchese; Estevão José Muller Uliano; Daniel Ongaratto Barazzetti; Zulmar Antonio Accioli de Vasconcellos; Jorge Bins Ely
Rev. Bras. Cir. Plást. 2018;33(Suppl.1):62-64 - Face I

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RESUMO

INTRODUÇÃO: Os tumores mais comuns envolvendo o couro cabeludo incluem carcinoma basocelular, carcinoma espinocelular e melanoma maligno. A ressecção desses tumores pode causar defeitos variados e complexos. Há vários algoritmos para o tratamento desses defeitos. A reconstrução ideal irá depender da avaliação criteriosa de cada caso de acordo com diversos fatores. A técnica escolhida para a reconstrução deve priorizar o melhor resultado funcional e estético possível, com mínimo de morbidade do sítio doador. MÉTODOS: Relato de caso. Foram revisados o prontuário e os registros fotográficos de um caso de reconstrução imediata com retalho local após ressecção de tumor de couro cabeludo, e realizada revisão bibliográfica. RESULTADOS: Paciente foi submetido à ressecção de tumor de couro cabeludo e à reconstrução imediata com retalho local, com evolução favorável. CONCLUSÃO: Existem diversas opções para a reconstrução do escalpo, sendo o retalho local de transposição baseado na artéria temporal superficial, seguida de enxertia da área doadora, uma excelente opção de reconstrução do couro cabeludo.

Palavras-chave: Reabilitação; Neoplasias cutâneas; Carcinoma basocelular; Couro cabeludo.

 

Reconstrução do lábio inferior baseado na técnica de Karapandzic: descrição cirúrgica e relato de caso

Natália Biancha Rendó; Inara do Carmo Lucchese; Carlo Mognon Mattiello; Rogério Schutzler Gomes; Zulmar Antonio Accioli de Vasconcello; Jorge Bins Ely
Rev. Bras. Cir. Plást. 2018;33(Suppl.1):74-76 - Face I

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RESUMO

A técnica de Karapandzic foi introduzida, em 1974, para reconstrução de lábio inferior. É uma modificação do fan-flap de Gillies, um retalho em avanço em rotação composto de espessura total ao redor da boca. O movimento do retalho emprega rotação e avanço, enquanto ele é transferido para a região periférica da comissura oral para fechar o defeito. Esse método de reconstrução é empregado mais comumente na reconstrução de defeitos do lábio inferior e sua melhor indicação é a reconstrução dos defeitos centrais. Neste trabalho descrevemos a técnica de Karapandzic em um paciente com tumor de lábio inferior que compromete mais de 50% do mesmo.

Palavras-chave: Reabilitação; Retalhos cirúrgicos; Procedimentos cirúrgicos reconstrutivos; Lábio.

 

Angioedema facial em paciente submetido à lifting cervical: um relato de caso

Carlo Mognon Mattiello; Miguel Angel Rodriguez Silva; Caio Pundek Garcia; Natália Biancha Rendón; Zulmar Antonio Accioli de Vasconcellos; Jorge Bins Ely
Rev. Bras. Cir. Plást. 2018;33(Suppl.1):77-80 - Face I

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RESUMO

INTRODUÇÃO: Pouco se sabe sobre os casos de angioedema pós-operatórios graves e muitas vezes essa entidade é de difícil diagnóstico e pode passar despercebida, com repercussões no desfecho dos pacientes. Dentre os diagnósticos diferenciais, estão o angioedema hereditário, angioedema não hereditário, alérfico, andioedema adquirido, idiopático. Diferenciar essas entidades é importante para que o tratamento seja rapidamente instituído e o paciente evolua de forma favorável. OBJETIVO: Relatar o caso de um paciente que desenvolveu angioedema de face grave após uma cirurgia de lifting facial. MÉTODOS: As informações foram obtidas por meio de revisão do prontuário, entrevista com a paciente, registro fotográfico e revisão da literatura. Resultados/Relato do Caso: Paciente feminino, 64 anos, submetida à cirurgia de lifting facial completo evoluiu com angioedema agudo no terceiro dia pós-operatório, com necessidade de suporte ventilatório. Inicialmente, o tratamento instituído foi com anti-histamínicos, glicocorticoides e adrenalina na suspeita de angioedema alérgico, porém, a paciente não teve melhora dos sintomas. Frente à suspeita de angioedema idiopático, iniciou-se terapia com plasma fresco congelado, quando houve melhora paulatina do quadro clínico. A paciente seguiu acompanhamento ambulatorial frequente. Teve como complicação do angioedema o sofrimento isquêmico do retalho retroauricular, necessitando de desbridamento, o qual foi deixado cicatrizar por segunda intenção. Atualmente, paciente encontra-se bem, sem quaisquer queixas. CONCLUSÃO: O cirurgião plástico deve estar alerta para complicações pós-operatórias como a descrita, pois a terapêutica deve ser iniciada com maior brevidade para melhores desfechos. A rápida evolução do caso nos atenta para a gravidade da complicação e necessidade do conhecimento desta entidade.

Palavras-chave: Angioedema; Angioedemas hereditários; Procedimentos cirúrgicos reconstrutivos cosméticos.

 

Retalho cervicofacial composto: uma alternativa para reconstrução facial

Natália Biancha Rendón; Pedro Henrique Ongaratto Barazzetti; Caio Pundek Garcia; Arthur Koerich D'avila; Zulmar Antonio Accioli de Vasconcellos; Jorge Bins Ely
Rev. Bras. Cir. Plást. 2018;33(Suppl.1):104-116 - Face I

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RESUMO

O câncer de pele é a neoplasia maligna mais comum, e a subclassificação não melanoma representa uma grande porcentagem dessa ocorrência. Frequentemente, as lesões acometem áreas do corpo diariamente expostas à radiação solar, sendo esse um dos principais fatores de risco para desenvolvimento tumoral. As áreas atingidas geralmente são profundas e extensas, o que exige do cirurgião plástico uma excelente técnica para reparos com esse grau de dificuldade. A face conta com uma complexa e densa rede vascular e nervosa, registrando inúmeras variações anatômicas, sendo que a secção de um feixe calibroso, por exemplo, do nervo facial, compromete a movimentação de toda uma hemiface e, consequentemente, compromete o resultado funcional e estético da cirurgia. Neste caso, apresentamos uma paciente com múltiplas tumorações em região da face, com biópsias prévias, resultando em CBC infiltrativo, com necessidade de ressecção e retalho para reconstrução do terço médio da face direita, associado a dorso e asa nasal esquerda. A escolha pelo retalho miocutâneo de avanço de face ou facelift baseou-se em uma maior segurança para redução de casos de isquemia e também por apresentar melhores resultados estéticos em comparação ao retalho cutâneo. A presença do SMAS intensifica o aporte sanguíneo ao retalho, decrescendo as taxas de complicação por eventos isquêmicos no retalho. Assim, com boa indicação, o retalho miocutâneo para reconstrução facial potencializa os resultados estéticos e funcionais finais da face do paciente, embora exija melhor técnica e maior conhecimento anatômico da região a ser tratada.

Palavras-chave: Retalhos cirúrgicos; Face; Reabilitação.

 

Endotoplastia por incisão superior

Kuang Hee Lee; Osvaldo João Pereira Filho; Leandro Soares Grangeiro; Catherine Zegarra; Rodrigo d'Eça Neves; Jorge Bins Ely
Rev. Bras. Cir. Plást. 2012;27(3 Suppl.1):42 - Crânio, Face e Pescoço

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Evolução e avaliação de 2 pacientes submetidos a reimplante total de membro superior. um de Porto Alegre em 1968 (primeiro reimplante do brasil - meio século) e outro de Bruxelas em 1980

Jorge Bins Ely; Osvaldo João Pereira Filho; Paulo Roberto da Silva Mendes; Kuang Hee Lee; Zulmar Antonio Accioli de Vasconcellos
Rev. Bras. Cir. Plást. 2018;33(Suppl.1):133-135 - Membro Superior e Inferior

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RESUMO

Maltt (1962) realizou o primeiro reimplante de braço em Boston e Ch'em (1963) reimplantou um antebraço em Shangai. O diâmetro dos vasos era maior que 2mm e os fios para sutura eram normais. Harry Buncke publicou 2 trabalhos em 1966, um com coelhos e outro com macacos. Ambos com utilização de microscópio e realizou reimplantes de orelha e polegar, respectivamente, com sucesso. Este trabalho apresenta 2 casos de reimplantes totais de membros superiores, um realizado no Brasil e outro na Bélgica. No primeiro reimplante de mão realizado com sucesso no Brasil, ocorrido em 1968 em Porto Alegre, Hospital Moinhos de Vento, pelo professor Jorge Fonseca Ely, S. Castellani, J. Bins Ely. Na Bélgica em 1980 em Bruxelas, Hopital Saint Luc, Prof. J.J. Rambouts, J. deFays, J. Bins Ely, A. deConinck e A. Vincent reimplantaram um braço. Em ambos os casos as cirurgias foram longas e a microcirurgia foi fundamental. Foi utilizado microscópio e técnica microcirúrgica. No caso brasileiro [50 anos depois], o paciente trabalha em construção civil utilizando sua mão amputada como sua mestra, tendo em vista ter perdido do os 3 primeiros dedos da mão esquerda no mesmo acidente. No caso belga [38 anos depois] o paciente trabalha na triagem de cartas no correio. Ambos os casos foram publicados, mas essa avaliação tardia fazia-se necessária. Documentação fotográfica apresentada. Nos 2 casos apresentados houve evolução favorável com retorno à mobilidade da grande maioria dos movimentos, com exceção da oponência do polegar. Na sensibilidade e propriocepção houve recuperação praticamente total.

Palavras-chave: Procedimentos cirúrgicos reconstrutivos; Extremidades; Evolução Clínica

 

Neurofibromatose: relato de caso

Inara do Carmo Lucchese; Diego Fernando Villagra Avila; Estevão José Muller Uliano; Leandro Soares Grangeiro; Zulmar Antonio Accioli de Vasconcellos; Jorge Bins Ely
Rev. Bras. Cir. Plást. 2018;33(Suppl.1):136-137 - Membro Superior e Inferior

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RESUMO

Os autores relatam um caso de neurofibromatose em um paciente que desenvolveu uma volumosa tumoração lombar, alertando para as variações clínicas desta afecção.

Palavras-chave: Neurofibromatoses; Neurofibroma; Neoplasias.

 

Uso de matriz sintética e biológica em reconstrução mamária imediata

Evandro Luiz Mitri Parente; Carlo Mognon Mattiello; Miguel Angel Rodriguez Silva; Jorge Bins Ely
Rev. Bras. Cir. Plást. 2018;33(Suppl.1):141-144 - Membro Superior e Inferior

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RESUMO

INTRODUÇÃO: No Brasil e no mundo, o câncer de mama é o mais incidente em mulheres. De todos os casos, aproximadamente, 20 são submetidos à reconstrução imediata. Desde que foi realizada pela primeira vez, a reconstrução mamária teve aprimoramentos, variando de uso de tecidos autólogos, expansores, implantes mamários e mais recentemente o uso de matrizes dérmicas e sintéticas. OBJETIVO: Relatar a experiência do autor com uso de matriz sintética e biológica na reconstrução mamária imediata. MÉTODOS: Análise descritiva dos dados por meio de revisão de prontuário; foi avaliado o perfil epidemiológico das pacientes e os resultados estético-funcionais, além das complicações. RESULTADOS: Foram analisadas 4 pacientes que foram submetidas à mastectomia por câncer de mama e reconstrução imediata em estágio único com uso de implantes mamários e matriz dérmica. A idade de 37,25 ± 8,53 anos, o tipo de câncer de mama prevalente foi carcinoma ductal invasor 2 (66,6%), em todos 3 casos com neoplasia foi realizada mastectomia radical (skin sparing), todas pacientes pós-mastectomia foram submetidas à colocação de prótese submuscular, uma delas colocou expansor e 2 implante mamário, perfil moderado, cujo tamanho variou de 330ml a 475ml. Do total, 3 pacientes usaram a matriz dérmica sintética absorvível (Gore®) e 1 paciente a matriz biológica de origem porcina (Strattice®); a indicação do uso da matriz foi principalmente para compor o revestimento e dar sustentação ao polo inferior da prótese. Apenas 1paciente fez radioterapia pós-operatória como terapia adjuvante devido a características patológicas da neoplasia que aumentavam risco de recorrência local; 2 delas fizeram quimioterapia perioperatória. Uma paciente apresentou seroma pós-operatório (subgrupo da tela sintética Gore®), que foi resolvido com punção simples. Não houve outras complicações como hematoma, extrusão ou infecção da prótese e matriz dérmica. Em todas pacientes, foram obtidos resultados satisfatórios (avaliação subjetiva). CONCLUSÃO: O uso de matriz dérmica do Brasil é incipiente, porém promissor. Acreditamos que o uso dessa tecnologia é importante num grupo de pacientes cuidadosamente selecionado para que o custo-benefício seja favorável. A experiência do autor mostra bons resultados. Para avaliação da incidência/complicação, necessitamos mais casos e maior seguimento.

Palavras-chave: Reabilitação; Mamoplastia; Mastectomia.

 

Hiperidrose axilar: tratamento com shaver artroscópico

Kuang Hee Lee; Leandro Soares Grangeiro; Osvaldo João Pereira Filho; Jorge Bins Ely
Rev. Bras. Cir. Plást. 2013;28(3 Suppl.1):51 - Tórax e Tronco

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Variação da técnica ninfoplastia com uso de haste metálica para maior simetria

Paulo Roberto da Silva Mendes; Carlo Mognon Mattiello; Miguel Angel Rodriguez Silva; Gustavo Palmeiro Walter; Jorge Bins Ely
Rev. Bras. Cir. Plást. 2018;33(Suppl.1):145-147 - Membro Superior e Inferior

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RESUMO

INTRODUÇÃO: O rejuvenescimento vaginal e a labioplastia vêm crescendo em popularidade entre pacientes e cirurgiões plásticos. A preocupação da mulher com o aspecto da genitália não é um problema meramente estético e muitas pacientes buscam tratamento por dificuldades funcionais e psicológicas associadas. Há diversas técnicas descritas com suas variações, sendo atribuída ao cirurgião a escolha da melhor técnica para cada caso. OBJETIVO: Relatar uma variação da técnica de excisão simples para correção da hipertrofia dos pequenos lábios, utilizando instrumento cirúrgico desenvolvido pelo próprio autor, com intuito principal de manter a simetria da genitália. MÉTODOS: Descrição da técnica utilizando haste aço inoxidável, de 1 mm de espessura e 17 cm de comprimento, para realização de labioplastia. Todos os casos eram oriundos do Sistema Único de Saúde e avaliados e operados pelo Serviço de Cirurgia Plástica e Queimados do Hospital Universitário (HU) da UFSC no período fevereiro 2012 até março 2017. Todas foram operadas sob anestesia geral ou bloqueio regional. As pacientes foram avaliadas no pós-operatório quanto à simetria, satisfação e complicações. RESULTADOS: Foram selecionados e operados um total de 15 pacientes. A média de idade foi 34,4 anos, o índice de massa corporal (IMC) foi 21,8, o tempo médio de seguimento foi 32 meses. De maneira geral, tivemos bons resultados estéticos, principalmente no que concerne à simetria - pela avaliação subjetiva do cirurgião e dos pacientes - com baixo índice de complicações. CONCLUSÃO: A labioplastia utilizando a haste metálica como guia permitiu a obtenção de bons resultados estéticos (simetria, sem alterações da pigmentação) e funcionais, resultando em boa satisfação tanto dos pacientes quanto da equipe médica, podendo ser ferramenta útil nessas cirurgias.

Palavras-chave: Procedimentos cirúrgicos reconstrutivos; Clitóris; Vulva.

 

Mamoplastia com montagem multiplanar centrípeta baseada na proporção áurea

Osvaldo João Pereira Filho; Jorge Bins Ely
Rev. Bras. Cir. Plást. 2018;33(Suppl.1):150-152 - Membro Superior e Inferior

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RESUMO

O propósito desse estudo é planejar a mastopexia e a redução mamária baseado na proporção divina, representada pela letra phi, com a montagem multiplanar centrípeta convergente em múltiplas camadas. Essa estratégia baseia-se na constância do sulco submamário, orienta-se pelos ramos de um triângulo com vértice no umbigo abrindo-se em direção à articulação acrômio-clavicular. Esse triângulo funciona como um ponto de fuga que orienta a ressecção horizontal e vertical da mama, bem como a montagem convergente. A estratégia foi investigada em 265 pacientes (n = 530 mamas). A média de idade dos pacientes foi de 36 anos. O período do segmento pós-operatório variou de 6 meses a 3 anos.

Palavras-chave: Mamoplastia; Reconstrução Mamária; Cirurgia Plástica; Proporção Áurea

 

Mamoplastia orientada pela proporção áurea (phi) associada à rafia interna multiplanar com suturas progressivas

Osvaldo João Pereira Filho; Jorge Bins-Ely; Kuang Hee Lee
Rev. Bras. Cir. Plást. 2012;27(3 Suppl.1):54 - Tórax e Tronco

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Mastectomia Contralateral Profilática (CPM) - quebra de paradigma no tratamento cirúrgico do câncer mamário

Jorge Bins Ely; Osvaldo João Pereira Filho; William Seidel; Paulo Roberto da Silva Mendes; Kuang Hee Lee; Zulmar Antonio Accioli de Vasconcellos
Rev. Bras. Cir. Plást. 2018;33(Suppl.1):159-161 - Tronco I

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RESUMO

Halsted (1884) descreveu a mastectomia e Patey (1948) preconizou cirurgia menos mutilante. Em 1962, foi o ano de lançamento das próteses de silicone que revolucionaram a história da cirurgia plástica. A simetria é quase tudo. A reconstrução imediata aumentou muito, parcialmente pela demanda das pacientes. A importância das mamas ultrapassa a amamentação, a feminilidade é vital. Foram relacionadas técnicas cirúrgicas utilizadas nos diferentes tipos de abordagem em mastectomias/reconstruções. Técnicas cirúrgicas da retirada do tumor (dependendo do estadiamento TNM), de tumorectomia/lumpectomia até mastectomias radicais. As reconstruções com retalhos dorsais e do muscular grande dorsal – com e sem pele; retalho muscular do reto abdominal TRAM (transversal) e VRAM (vertical); retalhos toracoabdominal; retalhos microcirúrgicos. A bipartição foi abandonada. As reconstruções com material heterólogo - matrix dérmica acelular, são relatadas. O "luto cirúrgico" é abordado como período "importante" entre a mastectomia e a reconstrução. Apresentados dados do Serviço de Cirurgia Plástica e Queimados do Hospital Universitário/UFSC comparados com diversas publicações de Salzberg e Pusic. Por que não indicar a mastectomia contralateral preventiva (CPM) nos casos de câncer mamário com comprovação anatomopatológica (parafina)?

Palavras-chave: Mastectomia; Procedimentos cirúrgicos reconstrutivos; Neoplasias da mama.

 

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