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Anterior Serratus Fasciocutaneous Flap for Closure of Pleurostomy

CARLO MOGNON MATTIELLO; CAIO PUNDEK GARCIA; LEANDRO RAFAEL SANTIAGO CEPEDA; JULIA MOGNON MATTIELLO; PAULO ROBERTO DA SILVA MENDES; JORGE BINS ELY
Rev. Bras. Cir. Plást. 2019;34(Suppl.1):43-44 - 35ª Jornada Sul Brasileira de Cirurgia Plástica

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ABSTRACT

Introduction: Pleurostomies are a form of treatment for pleural empyemas. Clagett & Geraci set up the technique of thoracoplasty. It is up to the plastic surgeon to perform the reconstruction. Several techniques are described in the literature, among them are musculocutaneous flaps.
Method: case report describing the evolution of a fasciocutaneous flap of anterior serratus muscle to cover pleurostomy sequelae.
Results: A good result was obtained using the fasciocutaneous flap, with lower morbidity compared to other flaps. Discussion: Empyemas often occur in young patients. Among the options most described in the literature is the closure with musculocutaneous flaps, among them: the muscles of the lastissimus dorsi, pectoralis major and rectus abdominis. Performing treatments with large muscle flaps in these patients can cause functional impairments that prevent them from working (psychosocial effect).
Conclusions: We believe to be coherent the use of simpler strategies when possible, reserving more complex techniques in case of failure.

Keywords: Surgical flaps; Pleural empyema

 

RESUMO

Introdução: As pleurostomias são uma forma de tratamento para empiemas pleurais. Clagett e Geraci consagraram a técnica de toracoplastia. Cabe ao cirurgião plástico realizar a reconstrução. Diversas técnicas estão descritas na literatura para tal, entre elas retalhos musculocutâneos.
Método: relato de caso descrevendo a evolução de um retalho fasciocutâneo de músculo serrátil anterior para cobertura de sequela de pleurostomia.
Resultados: Foi obtido bom resultado com uso do retalho fasciocutâneo, com menor morbidade em relação a outros retalhos. Discussão: Empiemas muitas vezes ocorrem em pacientes jovens. Entre as opções mais descritas na literatura, está o fechamento com retalhos musculocutâneos, entre eles: os do músculo latíssimo do dorso, peitoral maior e reto abdominal. Realizar tratamentos com grandes retalhos musculares nesses pacientes pode causar prejuízos funcionais que os impedem de trabalhar (efeito psicossocial).
Conclusão: Acreditamos ser coerente o uso de estratégias mais simples quando possível, reservando técnicas mais complexas em caso de falência das anteriores.

Palavras-chave: Retalhos cirúrgicos; Empiema pleural

 

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