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Vascular complications from facial fillers with hyaluronic acid: preparation of a prevention and treatment protocol

José Carlos Daher; Suellen Vieira Da-Silva; Amanda Costa Campos; Ronan Caputi Silva Dias; Anderson de Azevedo Damasio; Rafael Sabino Caetano Costa
Rev. Bras. Cir. Plást. 2020;35(1):2-7 - Original Article

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ABSTRACT

Introduction: Over the past two decades, there has been an exponential advancement in treating signs of facial aging. The growing demand for less invasive therapies has stimulated the development of biomaterials toward better products, seeking to fulfill safety criteria, such as biocompatibility and reversibility. Hyaluronic acid (HA) is the most widely used facial filler worldwide, being routine in plastic surgery clinics. Even with low complication rates, it is prudent for the plastic surgeon to be attentive to the signs of vascular occlusion because the interruption of the progression towards necrosis and permanent sequelae depends on rapid medical action. Thus, our service saw the need to create a prevention and treatment protocol, since such complications are serious and sometimes even irreversible.
Methods: A systematic review of the literature was conducted from January 2003 to January 2018, using descriptors of vascular complications after facial filling with HA and its treatment.
Results: Filling with HA presents a low potential for complications when performed by qualified professionals. Hyaluronidase, which is currently used off-label, can hydrolyze HA, even in its cross-linked form. If used correctly in a timely manner, it can treat possible vascular complications that would progress to irreversible damage. Accordingly, we prepared a treatment protocol given the current evidence.
Conclusion: Every plastic surgeon who works with fillers and HA must have a protocol and be aware of the necessary material for early intervention.

Keywords: Hyaluronic Acid; Hyaluronoglucosaminidase; Dermal Fillers; Embolism; Necrosis.

 

RESUMO

Introdução: Ao longo das últimas duas décadas, houve um avanço exponencial no tratamento dos sinais causados pelo envelhecimento facial. A procura crescente por terapias menos invasivas estimulou a evolução dos biomateriais em direção ao produto ideal, buscando preencher os critérios de segurança, tais como biocompatibilidade e reversibilidade. O ácido hialurônico é o produto mais utilizado mundialmente para preenchimento facial, sendo rotineiro nos consultórios de cirurgia plástica. Mesmo com baixos índices de complicações, é prudente que o cirurgião plástico esteja atento aos sinais de oclusão vascular, pois a interrupção da evolução em direção à necrose e sequela permanente depende da rápida atuação médica. Sendo assim, o nosso serviço vislumbrou a necessidade da confecção de um protocolo de prevenção e tratamento, uma vez que tais intercorrências são graves e algumas vezes até mesmo irreversíveis.
Métodos: Revisão sistemática da literatura entre janeiro de 2003 a janeiro de 2018, utilizando descritores de complicações vasculares após preenchimento facial com AH e o respectivo tratamento.
Resultados: O preenchimento com AH apresenta baixo potencial de complicação quando realizado por profissionais habilitados. A hialuronidase, atualmente utilizada off-label, é capaz de hidrolisar o ácido hialurônico, mesmo na sua forma cross-linked. Se utilizada corretamente em tempo hábil, pode tratar possíveis complicações vasculares que naturalmente evoluiriam para danos irreversíveis. Para tanto, confeccionamos um protocolo de tratamento à luz das evidências atuais.
Conclusão: Todo cirurgião plástico que atua com preenchimentos e ácido hialurônico, deve ter em mãos um protocolo e o material necessário para intervenção precoce.

Palavras-chave: Ácido hialurônico; Hialuronoglucosaminidase; Preenchedores dérmicos; Embolia; Necrose

 

Breast reconstructions: a 16-year retrospective study

OGNEV MEIRELES COSAC; AMANDA COSTA CAMPOS; RONAN CAPUTI SILVA DIAS; RAFAEL SABINO CAETANO COSTA; SUELLEN VIEIRA DA-SILVA; ANDERSON DE AZEVEDO DAMASIO; JOÃO PEDRO PONTES CAMARA; JOSE CARLOS DAHER
Rev. Bras. Cir. Plást. 2019;34(2):210-217 - Original Article

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ABSTRACT

Introduction: Breast cancer is the second most common type of cancer among women in Brazil. An estimated 59,700 new cases of breast cancer were reported in the 2018-2019 biennium. Breast reconstruction is a safe procedure, and various surgical procedures have been described, including conservative techniques and use of neighborhood flaps, alloplastic materials, and pedicled and microsurgical myocutaneous flaps. The objective of this study was to analyze cases of breast reconstruction after mastectomy for breast cancer performed over a period of 16 years.
Methods: We reviewed the medical records of patients who underwent breast reconstruction after mastectomy for breast cancer between January 2002 and December 2017.
Results: Within the study period, 586 patients underwent breast reconstruction. Breast reconstruction was performed with a transverse rectus abdominis myocutaneous muscle (TRAM) flap in 160 patients, with conservative techniques in 107 patients, with a latissimus dorsi myocutaneous flap (LDMF) in 156 patients, with prostheses in 113 patients, and secondarily in 50 patients. Before October 2007, the proportion of patients who underwent bilateral surgeries with a TRAM flap and LDMF was 30%, and since then, the percentage has increased to 83.3%. One or more types of complications occurred in 203 patients (34.64%) who underwent surgery, with a total of 335 complications . Most outpatient complications did not require surgical reassessment.
Conclusion: The incidence of bilateral surgery increased, which is attributed to the increase in the number of prophylactic mastectomies in the contralateral breast and in the number of reconstructions using a LDMF compared with that using a TRAM flap. A significant increase in the number of reconstructions with silicone implants was also observed.

Keywords: Breast cancer; Breast; Surgical flap; Breast implant; Reconstructive surgical procedure

 

RESUMO

Introdução: Câncer de mama é o segundo tipo mais comum de câncer entre mulheres no Brasil. Estimam-se 59.700 casos novos de câncer de mama para o biênio 2018-2019. Reconstrução mamária é um procedimento seguro e vários procedimentos cirúrgicos são descritos para sua realização: técnicas conservadoras, retalhos de vizinhança, materiais aloplásticos, retalhos miocutâneos pediculados e microcirúrgicos. O objetivo deste estudo foi analisar os casos de reconstrução mamária pós-mastectomia por câncer de mama, realizados em um período de 16 anos.
Métodos: Foi realizada revisão de prontuários de pacientes submetidas à reconstrução mamária pós-mastectomia por câncer de mama, no período de janeiro de 2002 a dezembro de 2017.
Resultados: No período analisado, 586 pacientes foram submetidas à reconstrução mamária. Em 160 pacientes a reconstrução mamária foi realizada com retalho miocutâneo do músculo retoabdominal (TRAM), 107 com técnicas conservadoras, 156 com retalho miocutâneo do músculo grande dorsal (RGD), 113 com próteses e 50 secundárias. Previamente a outubro de 2007, a porcentagem de pacientes submetidas a cirurgias bilaterais, somando-se TRAM e RGD, era de 30%, e a partir desse período a porcentagem passou para 83,3%. Houve algum tipo de complicação ou intercorrência em 203 (34,64%) pacientes operadas, totalizando de 335 complicações. Grande maioria apresentou intercorrências tratadas ambulatorialmente sem necessidade de reabordagem cirúrgica.
Conclusão: Houve aumento da incidência de cirurgias bilaterais, fato atribuído ao aumento das mastectomias profiláticas na mama contralateral e aumento do número de reconstruções utilizando RGD em comparação com o TRAM, bem como o aumento significativo das reconstruções com implante de silicone.

Palavras-chave: Neoplasias da mama; Mama; Retalhos cirúrgicos; Implante mamário; Procedimentos cirúrgicos reconstrutivos

 

Single-stage nasolabial interpolation flap for reconstructing defects of the nose and inner corner of the eye

Jefferson Di Lamartine Galdino Amaral; Ronan Caputi Silva Dias; Amanda Costa Campos; Rafael Sabino Caetano Costa; Suellen Vieira Da-Silva; Anderson de Azevedo Damasio; Juldásio Galdino de Oliveira Júnior; José Carlos Daher1
Rev. Bras. Cir. Plást. 2019;34(3):362-367 - Original Article

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ABSTRACT

Introduction: Interpolation flaps are effective surgical options for reconstructing skin defects in various areas of the body, including the face. The proposed flap does not require postoperative care with the pedicle exposed and can be performed in a single surgery.
Objective: To evaluate the usefulness of the nasolabial interpolation island flap (NIF) for reconstructing nasal segments and the inner corner of the eye, as well as discuss improvements in its design and performance.
Methods: In this retrospective study, medical records of patients with nasal defects that were repaired with a nasolabial interpolation flap were reviewed. All flaps were created with a subcutaneous tunnel to avoid pedicle exposure and prevent scar connection with the donor area and the defect. Results: Five patients aged 30-92 years were included. In all cases, intraoperative frozen biopsy revealed disease-free margins, indicating the extent of the resection. Basal cell carcinoma was found in four patients and squamous cell carcinoma in one. There were no complications such as postoperative bleeding or necrosis. Good functional and aesthetic results were achieved. Discussion: The NIF can help in the reconstruction of extensive defects of the nasal ala, tip, columella, and medial dorsum as well as the corner of the eye. We also highlight the more favorable aesthetic aspect of the pedicle in the interpolation island versus transposition flap.
Conclusion: The single-stage NIF flap is a reliable option for reconstructing facial segments as it has good vascularization, can be performed in a single surgery, and can be used to cover places where few other reconstructive options are available.

Keywords: Face; Surgical flaps; Skin diseases; Skin; Nose; Nose deformities; Acquired; Nose diseases; Eye socket.

 

RESUMO

Introdução: Os retalhos interpolados são opções cirúrgicas eficazes para reconstruções de defeitos cutâneos em várias áreas do corpo, inclusive na face. O retalho proposto dispensa cuidados pós-operatórios com o pedículo exposto e pode ser realizado em tempo único. O objetivo é avaliar a utilidade do retalho interpolado de sulco nasogeniano (RISN) em ilha, na reconstrução de segmentos nasais e do canto interno da órbita, bem como discutir refinamentos em seu design e execução.
Métodos: Estudo retrospectivo de prontuários de pacientes com defeitos nasais ou de canto interno da órbita, e que foram reparados com retalho interpolado do sulco nasogeniano. Todos os retalhos foram confeccionados de maneira randômica, realizando-se túnel subcutâneo para evitar pedículo exposto e cicatriz que comunicasse a área doadora e o defeito.
Resultados : cinco pacientes foram incluídos no estudo, com idade entre 30 e 92 anos. Em todos os casos foi realizada biópsia de congelação intraoperatória que revelou margens livres de doença, orientando a extensão da ressecção. O CBC foi encontrado em 4 pacientes e o CEC em um paciente. Não houve complicações como sangramento pós-operatório ou necrose. Bons resultados funcionais e estéticos foram alcançados em todos os pacientes.
Discussão: Vale ressaltar a versatilidade do retalho nasogeniano interpolado, sendo capaz de auxiliar na reconstrução de defeitos extensos não apenas de asa, ponta e columela nasais, mas também de dorso e canto medial do olho. Destaca-se também o aspecto estético mais favorável do pedículo do retalho interpolado em ilha comparado ao de transposição.
Conclusão: O RISN interpolado em único estágio é uma opção confiável na reconstrução de segmentos faciais. Apresenta boa vascularização, possibilidade se ser realizado em único tempo e pode ser utilizado para cobertura nos locais onde há poucas opções reconstrutivas disponíveis.

Palavras-chave: Face; Retalho perfurante; Reconstrução; Sulco nasogeniano; Anormalidades da pele; Pele; Neoplasias; Órbita

 

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