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Search for : Músculo latíssimo do dorso; Fetos humanos; Morfometria

Functional capacity of patients after breast reconstruction with a latissimus dorsi musculocutaneous flap

Vidal Guerreiro; Miguel Sabino Neto; Alexandre Katalinic Dutra; Lydia Masako Ferreira
Rev. Bras. Cir. Plást. 2013;28(3):367-374 - Original Article

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ABSTRACT

BACKGROUND: The latissimus dorsi muscle is responsible for the adduction, extension, and internal rotation of the humerus, and has a crucial role in the stability of the glenohumeral joint. Some authors believe that the removal of this muscle has a minimal effect on shoulder morbidity, as the residual shoulder muscles would compensate for its absence; in contrast, other authors have noted weakness, loss of movement ability, pain, and functional change. Most studies, however, were not limited to patients who undergo breast surgery and were retrospective in nature. The measurement modalities used were based on subjective methods and were not standardized; furthermore, there is little information on their reliability. Few studies compared the results with preoperative measurements. Therefore, an objective study requires the prospective assessment of patients who undergo late breast reconstruction with a latissimus dorsi musculocutaneous flap, by using the Stanford Health Assessment Questionnaire (HAQ). METHOD: Between September 2010 and April 2012, 30 patients were enrolled in the study. They answered the HAQ at preoperative consultations and postoperatively at 3, 6, and 12 months. RESULTS: A statistically significant difference was found between the stages of assessment, with a deterioration of postoperative functional capacity at 3 months after surgery, which returned to preoperative levels after 6 months and progressively improved until 12 months after surgery. CONCLUSIONS: This study offers scientific evidence suggesting that breast reconstruction surgery with a latissimus dorsi musculocutaneous flap does not worsen the functional capacity of patients at 12 months after surgery.

Keywords: Mammaplasty. Latissimus dorsi muscle. Mastectomy. Questionnaires. Quality of life. Functional capacity. Surgical flaps.

 

RESUMO

INTRODUÇÃO: O músculo latíssimo do dorso tem a função de adução, extensão e rotação interna do úmero, com papel crucial na estabilidade da articulação glenoumeral. Para alguns autores a retirada desse músculo tem pouco efeito na morbidade do ombro, uma vez que os músculos residuais do ombro compensariam sua falta, enquanto outros têm notado fraqueza, perda de movimentos, dor e alteração funcional. Os estudos, em sua maioria, não são limitados a pacientes submetidas a cirurgia mamária, são retrospectivos, e as modalidades utilizadas para essa medição se apoiam em metodologia subjetiva, não são padronizadas e também há poucas informações sobre sua confiabilidade. Poucos comparam os resultados com as medidas pré-operatórias. O objetivo deste estudo é avaliar de maneira prospectiva a capacidade funcional das pacientes submetidas a reconstrução mamária tardia com retalho musculocutâneo de latíssimo do dorso utilizando o Stanford Health Assessment Questionnaire (HAQ). MÉTODO: No período de setembro de 2010 a abril de 2012, 30 pacientes ingressaram no estudo. Essas pacientes responderam ao HAQ nas consultas de pré-operatório e aos 3 meses, 6 meses e 12 meses de pós-operatório. RESULTADOS: Houve diferença estatisticamente significante entre os tempos de avaliação, sendo detectada piora da capacidade funcional aos 3 meses de pós-operatório, que retornou aos níveis do pré-operatório após 6 meses e foi melhorando progressivamente até os 12 meses de pós-operatório. CONCLUSÕES: Este estudo oferece evidência científica de que a cirurgia de reconstrução mamária com retalho musculocutâneo de latíssimo do dorso não piora a capacidade funcional das pacientes 12 meses após a cirurgia.

Palavras-chave: Mamoplastia. Músculo latíssimo do dorso. Mastectomia. Questionários. Qualidade de vida. Capacidade funcional. Retalhos cirúrgicos.

 

Morphometric study of the latissimus dorsi muscle in human fetuses

Fernando Gomes de Andrade; Jacqueline Silva Brito Lima; Milena de Fátima Queiroz Oliveira; Larissa Costa Lira da Silva; Jamisson Garrote Teixeira; Luís Henrique Alves Salvador Filho
Rev. Bras. Cir. Plást. 2015;30(1):51-57 - Original Article

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ABSTRACT

INTRODUCTION: The latissimus dorsi muscle (LDM) is broad and triangular and performs extension, adduction, and internal rotation motions of the arm. The LDM is vascularized by the thoracodorsal vessels and perforating branches of the posterior intercostal and lumbar arteries and is considered a type V Mathes and Nahai flap that is of great applicability in plastic surgery. The goal of the present study was to analyze the morphometry and vascularization of LDM in human fetuses. METHOD: The axillary region and the LDM of eight human fetuses (three female, five male) were dissected at 20-32 weeks' gestation in the supine position with full arm abduction. We measured the subscapular and thoracodorsal vessel lengths and conducted a muscle morphometric analysis. RESULTS: In all fetuses, the thoracodorsal vessels conferred primary vascularization of the LDM. In 25%, the subscapular vein was directly confluent with the axillary vein; 25% of the cases presented with a double scapular circumflex vein. The branch to the serratus anterior muscle was unique in all cases. In 50% of cases, the angular branch of the thoracodorsal artery was visualized, while 25% of them came from the branch to the serratus anterior muscle. The distances between muscle insertion and input of the neurovascular pedicle were 1.1 and 1.9 cm in fetuses 21 and 26 weeks, respectively. The anterior muscle margin was on the mid-axillary line in all fetuses. CONCLUSION: The observed constant morphometry and reduced anatomical variation of the vascular pedicle enabled the possibility of research involving the use of LDM in intrauterine surgical reconstructions.

Keywords: Latissimus dorsi muscle; Human fetuses; Morphometry.

 

RESUMO

INTRODUÇÃO O músculo latíssimo do dorso (MLD) é largo, triangular e realiza extensão, adução e rotação medial do braço. É vascularizado pelos vasos toracodorsais e ramos perfurantes das artérias intercostais posteriores e lombares, configurando retalho tipo V de Mathes e Nahai, de grande aplicabilidade em cirurgia plástica. O objetivo é analisar a morfometria e a vascularização do MLD em fetos humanos. MÉTODO: Dissecou-se a região axilar e o MLD de oito fetos humanos formolizados (três do sexo feminino e cinco do sexo masculino), entre 20 e 32 semanas gestacionais, em decúbito dorsal e abdução completa do braço. Mensuraram-se os comprimentos dos vasos subescapulares e toracodorsais, e foi realizada a morfometria do músculo. RESULTADOS: Em todos os fetos, os vasos toracodorsais conferiram a vascularização primária do MLD. Em 25%, a veia subescapular era tributária direta da veia axilar; 25% dos casos apresentaram veia circunflexa da escápula dupla. O ramo para o músculo serrátil anterior foi único em todos os casos. Em 50% dos casos, o ramo angular da artéria toracodorsal foi visualizado e, em 25% deles, era proveniente do ramo para o músculo serrátil anterior. A distância entre a inserção do músculo e a entrada do pedículo neurovascular variou entre 1,1 e 1,9 cm em fetos de 21 e 26 semanas, respectivamente. Todos os fetos apresentaram a margem anterior do músculo na linha axilar média. CONCLUSÃO: A morfometria constante e a reduzida variação anatômica do pedículo vascular encontradas possibilitam a realização de pesquisas envolvendo o uso do MLD em reconstruções cirúrgicas intraútero.

Palavras-chave: Músculo latíssimo do dorso; Fetos humanos; Morfometria.

 

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