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Comparative histopathological analysis of coverings from silicone and polyurethane foams implanted in mice

Jorge Wagenführ Júnior
Rev. Bras. Cir. Plást. 2007;22(1):19-23 - Original Article

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Introduction: Breast silicone prostheses are used since the sixties, but the coating with polyurethane foam only appeared in the seventies. Since the development of silicone foam, by this article's author, much research has been carried out to study this new material. Objective: To evaluate vascular growth and amount of collagen from coverings of polyurethane foam and silicone foam implants. Method: Sixty-four Wistar male white mice were divided in two groups (polyurethane foam and silicone foam). They were implanted with subcutaneous discs in their back. The covering of the implants were analyzed after 28 days, 2 months, 3 months and 6 months with picrosirius red stain and polarized microscopy. This stain increases birrefringency of collagen fibers when observed under polarized light. The slides were assessed in a double blind manner by an Olympus® B201 and BX50 microscope, Sony® CCD-Iris Camera and Image Pro-Plus® version 4.5 software for the analysis of the amount of collagen. Results: Vascular growth was significantly different among the groups at 28 days (p=0.001), since the polyurethane group displayed more vessels. At the other moments, there was no significant difference between the groups. The collagen area was larger in the polyurethane group, which was significant at 28 days (p=0.001) and at 2 months (p=0.030). Conclusion: The number of vessels is higher, 28 days after the procedure, in the polyurethane foam coverings. These also showed a larger amount of collagen than the coverings from silicone foams did.

Keywords: Prostheses and implants. Silicones. Polyurethanes



Introdução: O uso de próteses de silicone ocorre desde os anos 60, mas a cobertura com espuma de poliuretano só apareceu na década de 70. Desde o desenvolvimento da espuma de silicone, pelo autor deste trabalho, várias pesquisas vêm sendo feitas para estudar as propriedades desse novo material. Objetivo: Analisar a vascularização e a quantidade de colágeno das cápsulas de implantes de espuma de poliuretano e espuma de silicone. Método: Optou-se por 64 ratos Wistar, que foram divididos em 2 grupos (espuma de poliuretano e espuma de silicone). Receberam implantes discóides subcutâneos em seu dorso. Foram analisadas histologicamente, com coloração de picrosiruis red, as cápsulas peri-implante com 28 dias, 2, 3 e 6 meses após a introdução dos implantes. Esta coloração provoca aumento da birrefringência das fibras de colágeno ao serem observadas à luz polarizada. A leitura das lâminas, do tipo fechado, duplo cego, foi realizada com microscópio Olympus® B201 e BX50, Câmera Sony® CCD-Iris e Software Image Pro-Plus® versão 4.5 para quantificação de colágeno. Resultados: A neoformação vascular foi significativamente diferente nos 2 grupos, aos 28 dias (p=0,001), pois o grupo poliuretano apresentava quantidade maior de vasos. Nos demais momentos, não houve diferença significativa entre os grupos. A área de colágeno, em todos os momentos, foi maior no grupo poliuretano, sendo significativo com 28 dias (p=0,001) e com 2 meses (p=0,030). Conclusão: A quantidade de vasos é maior, com 28 dias após o implante, nas cápsulas da espuma de poliuretano. Estas apresentam, também, uma quantidade maior de colágeno do que as cápsulas da espuma de silicone.

Palavras-chave: Próteses e implantes. Silicones. Poliuretanos



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